O artigo discorre com precisão os transtornos mentais, porém, contestar o viés da Lei Maria da Penha, em um país como o Brasil que teve aumento do número de feminicídio em 2019, quando a cada 7 horas uma mulher é assassinada (https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/2020/03/05/mesmo-com-queda-recorde-de-mortes-de-mulheres-brasil-tem-alta-no-numero-de-feminicidios-em-2019.ghtml), é armar uma "bomba relógio" numa sociedade machista.